As monjas e o anjo
Fui libertado no final da manhã de terça-feira. No início da noite cheguei no meu castelo, esbodegado física e mentalmente. Por sorte, Odaléia, minha doce e prestativa vizinha (retratada acima pela Betim Timm) estava à minha espera com uma lata de Redbull, que não foi suficiente para repor as minhas energias. Preocupadíssima, o anjo da minha vida comprou mantimentos e uma injeção de vitamina B12 que recuperou parcialmente o meu vigor físico e a sanidade mental, permitindo que escreva estas rápidas linhas.
Foi também a doce Odáleia que insistiu para que eu prestasse queixa às autoridades competentes acerca do seqüestro. Não foi uma boa idéia. O policial a quem o caso foi relatado riu e pediu o endereço das Monjas. Igualmente insensível, Valdirão, o energúmeno, marido de Odaléia, zombou do meu calvário, qualificando-me como um “mariquinha” e também manifestando desejo de cair nas mãos das celeradas.
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Como sempre acontece depois de um feriadão, abri a caixa de emails e imediatamente fui preso pelos grilhões das obrigações laborais, a saber: entrevistas, matérias para o site e o jornal, textos para revisar e outros penduricalhos. Estou atrolhado de trabalho.
Maldito capitalismo.
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Beijos, belas. Abraços, belos. Que os deuses do céu e das matas derramem suas bênçãos sobre nós. Eu estou precisando.
Eia!, Sus! Arriba! Pro alto e avante.










