Sob fogo cerrado


Por motivo de força maior (Paulão Patada de Burro, 120 quilos de músculos, banha e obscuridade mental, capanga preferido do meu principal credor), a Toca está interditada por tempo indeterminado.
Voltarei tão logo seja possível, isto é, assim que conseguir celebrar o armistício com a horda de bárbaros que ameaça invadir o castelo. Neste ínterim, se alguém perguntar por mim, façam como Pedro: neguem, neguem e neguem qualquer contato.
De minha parte, estou ímbuido do espírito guerreiro de Isidora Dolores Ibárruri Gómez, La Pasionaria, durante a Guerra Civil Espanhola: "É melhor morrer de pé do que viver de joelhos! Eles não passarão!"
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Das damas quero apenas a suavidade do beijo que todo guerreiro merece antes de partir para a luta - e a promessa de doces recompensas ao retornar. Dos cavalheiros, o abraço solidário e as manifestações de estímulo comuns à classe dos nobres combatentes.
Pra cima com a viga!

Que merda!

Não deu. Infelizmente, alguém tem que perder; desta vez, fomos nós. Mesmo assim, valeu o combate, Dunga. Nesta hora aziaga, conte com a minha solidariedade. Pra cima com a viga!
Beijos e abraços tristonhos, moças e rapazes.
(Revanchistas, regozijai-vos).

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