Notícias da corte
Não fui preso (ainda) por atentado ao pudor, não estou doentinho e não está acontecendo nenhuma festa por aqui. A questão (ou a "questã" como diz minha vizinha Odaléia, a fofinha) é que ando meio borocochô nos últimos tempos e não apenas em razão deste frio filho da puta que assola o bravo Rio Grande do Sul. Na esteira das tropas do General Inverno, uma chusma das mais variadas pragas invadiu os meus domínios outrora paradisíacos. O resultado é que tenho uma quantidade amazônica de pepinos, abacaxis e bananas para descascar, não apenas de ordem financeira, como podem concluir os mais apressadinhos, mas também de natureza geográfica (porque não nasci no Rio de Janeiro, ou na Bahia, porra?), física (não sou eu aquele cara que está nu na foto que meus inimigos andam exibindo no Bar do Sandro – ainda bem que esta ralé não domina as ferramentas da internet), e legal (não adianta insistir, Maria Odete, não faço exame de DNA de jeito nenhum).
Buenas, resumindo minha situação, na linguagem da choldra: estou matando cachorro a grito. Em vista disto, não tenho ânimo para escrever, a não ser quando sou (mal) pago para isto.
Ah sim, não fui totalmente sincero quando disse que não está acontecendo nenhuma festa por aqui. Vez por outra, promovo pequenas orgias no meu castelo. Coisa prosaica: não tem anão, ovelhas depiladas e muito menos azeite de oliva. Se não fossem estes prazeres mínimos, eu já teria entregue os pontos. Tempos difíceis.
Um dia claro, ainda vou rir de tudo isto.Ah sim, não fui totalmente sincero quando disse que não está acontecendo nenhuma festa por aqui. Vez por outra, promovo pequenas orgias no meu castelo. Coisa prosaica: não tem anão, ovelhas depiladas e muito menos azeite de oliva. Se não fossem estes prazeres mínimos, eu já teria entregue os pontos. Tempos difíceis.
Beijos, damas. Abraços, cavalheiros.
Pra cima com a viga, moçada!

